quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

“O carinho da Eterna Natureza”

O Tempo passa apressado.
A Natureza espanta-se e diz:
-Porque corres tu Tempo Amaldiçoado?
-Corro porque guardo fé de acabar o que nunca fiz.

O Tempo passa endoidecido.
A Natureza chora e fala:
-O que foi que nunca fizeste Tempo Perdido?
-O meu erro foi prestar atenção a quem se cala…

O Tempo pára por opção.
A Natureza chora por convicção.
-Não chore Imaculada Natureza!
-Está bem. –Respondeu a Velha com firmeza.

O Dia está cansado e o Sol quer dormir.
A Natureza fecha as persianas e começa a sussurrar…
Então a noite começa a cair.
E com a sua beleza tudo começa a encantar.

Com os seus longos e encaracolados cabelos escuros.
Ela varre as folhas dormentes no chão, tornando os caminhos obscuros.
E com os seus olhos profundos.
Absorve a luz que divide os dois mundos…

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“A Mente Humana foi concebida para dar visão aqueles que não nasceram destinados a ver.”

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