quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

“Vento no Labirinto das Palavras.”

Querido Vento querido vento…
Que me acompanhaste ao longo da minha vida.
Tornaste único cada momento.
Hás de me guiar neste labirinto e mostrar-me a saída?

Eterno Vento eterno vento…
Que sempre me orgulhaste a cem por cento.
Achas-te capaz de me ajudar
Para deste beco me tirar?

Rompeste todo mal em mim.
Agora posso fechar os olhos porque o que vejo são campos de jasmim.
Também voltei a fazer as coisas que costumava fazer.
Estou prestes a enlouquecer.

Omitiste o que de mal acontecia.
Só para evitar que a dor
Percorresse toda vida o mesmo corredor.
E eu pensava ser a razão que me mentia.

Temo que percebam bem demais estes versos.
Mas não passam de simples progressos.
Estas palavras que eu digo com a caneta.

Eterno Vento eterno vento…
Juraste nunca a face das minhas memórias lavar.
E sempre cumpriste a cem por cento.
Agora pergunto se serás capaz de continuar.

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“Palavras, letras ou sentidos podem alterar o conteúdo de uma tese, verso ou frase.
Depende de quem ou como as interpretam…”

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