quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

“Poema de Amor”

Quando te encontrei.
Depressa percebi que eras parte do meu mundo.
Foi a ti que eu ajudei.
Arrancaste-me lá do fundo.
Dizer que te amo é a minha penitência.
Contigo já não me sinto perdido.
Beijar-te é a minha essência.
Contigo reencontrei o meu sentido.

És o meu movimento.
Contigo não existe algo como negação.
E eu adoro este sentimento.
Que perdura no meu coração.

És a minha pérola.
És o meu jazigo.
Limpaste a minga nébula.
Da qual envolto fui crescido.

Tu és lendária.
O teu espírito é magnifico…
Os teus olhos azuis e lindos como o Pacifico.
As curvas do teu corpo perfeitas…
E tão bem feitas.

A tua boca é tão suave.
A tua alma uma bondade.
Por isso provocas-me muita saudade.

Não gosto de magoar.
Mas não te consigo superar.
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“Só um homem verdadeiramente apaixonado pode escrever o conceito de amor, pois o seu sofrimento é constante e contrasta em perfeição com a sua felicidade interior.”

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